NPD 083. LEITURAS AO ALCANCE DOS OLHOS


Pergunta-me por telefone o João Silvino da Conceição, meu companheiro inseparável de caminhada terrestre, quais os livros por mim manuseados com frequência, além dos textos diários lidos por curiosidade e prazer.
Confesso que, semanalmente, páginas dos livros citados abaixo são lidas e meditadas, favorecendo o meu caminhar existencial na divulgação de mecanismos que reforcem a restruturação comportamental de muitas gente. Ei-los, atendendo o mano Silvino:
1. BÍBLIA SAGRADA NOVA VERSÃO INTERNACIONAL, São Paulo, Editora Vida, 2007,1639 p. Um presente recebido da minha mulher, a Sissa, em março de 2016, com a seguinte dedicatória: “Para Benhê, no Dia Internacional da Mulher, com todo carinho e amor.”
Com a Bíblia Sagrada acima, a preferida dentre as muitas que possuo, reservo minhas meditações para as seguintes partes:
ANTIGO TESTAMENTO: Salmos, Isaías, Provérbios e Salmos.
NOVO TESTAMENTO: João, Atos, Romanos e Apocalipse.
Uma rabiscação para exemplificar: “Meu filho, obedeça aos mandamentos de seu pai e não abandone o ensino de sua mãe. … Pois o mandamento é lâmpada, a instrução é luz e as advertências da disciplina são o caminho que conduz à vida. (Pv 6, 20 e 23)
2. O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Allan Kardec, São Paulo, Visão Editora, 2019, 735 p.
Desde 2012, quando li a primeira página do LE – “Para designar coisas novas são precisos termos novos. Assim exige a clareza da linguagem, para evitar a confusão inerente à variedade de sentido das mesmas palavras” – principiei a lê-lo integralmente. Hoje, são muitas leituras e inúmeras rabiscações, sempre em busca de esclarecimentos que me proporcionem uma melhor compreensão do aqui e do além.
Partes e Capítulos mais estudados: – Da encarnação dos Espíritos; – Da pluralidade das existências; – Da vida espírita; – Das leis morais; – Das esperanças e consolações.
Um verdadeiro manual de conduta para uma existência mais ajustada às mensagens do Homão da Galileia, nosso Irmão Libertador.
3. ENSAIOS, Michel de Montaigne, São Paulo, Editora 34, 2016, 1032 p.
Reflexões de um talento francês excepcional, muito pouco estudado na atual crise civilizatória, onde se omite que a mais mortal das pandemias é a das múltiplas ignorâncias – culturais, técnicas, políticas, gerenciais, éticas, morais e religiosas -, fomentadoras de ressentimentos geradores de ideologias as mais sectárias, anti-humanas por derradeiro.
Ressaltaria alguns capítulos bastante oportunos para os atuais momentos pandêmicos:
Do Livro I: VIII. Da ociosidade; XVI. Da covardia; XXI. A força da imaginação; XXV. Do pedantismo; XXVI. Da educação das crianças.
Do Livro II: X. Dos livros; XIX. Da liberdade de consciência; XXXVII. Da semelhança dos filhos com os pais.
Do Livro III: IX. Da vaidade; XIII. Da experiência.
Livros que jamais se tornarão obsoletos, tamanha suas úteis orientações sementeiras para uma ampla desimbecilização planetária.