NPD 080. ALERTA PRA LÁ DE URGENTE PARA JORNALISTAS


O mundo, com a pandemia do COVID-19, sofreu um crescimento vertiginoso das redes sociais, ao mesmo tempo que o jornalismo entrou numa imensa crise estrutural, provocadas pelas reduções das verbas publicitárias causadas pelas tecnologias comunicacionais revolucionárias. Para não falar das fake news produzidas por inconsequentes desvairados, delinquentes babaovísticos e políticos alucinados, alguns até criadores de gabinetes de ódio destinados a fomentar iniciativas essencialmente não-democráticas, fascistas por derradeiro.
Li recentemente, numa contracapa de livro, o seguinte testemunho de Ricardo Pedreira, diretor da Associação Nacional de Jornais:
“Leitura indispensável a quem se interessa pelo campo do jornalismo e da comunicação e seus impactos na democracia, e obra de referência para os estudiosos das transformações por que passa o ecossistema da informação.”
O livro foi logo comprado:
JORNALISMO EM RETRAÇÃO, PODER EM EXPANSÃO, A SEGUNDA MORTE DA OPINIÃO PÚBLICA: COMO O ENCOLHIMENTO DA IMPRENSA E O USO CRESCENTE DE REDES SOCIAIS POR GOVERNANTES PODEM DEGRADAR O AMBIENTE INFORMATIVO E PREJUDICAR A DEMOCRACIA.
O autor? Ricardo Gandour, jornalista e diretor de jornalismo da Rádio CBN, professor de jornalismo da ESPM, também pesquisador visitante da Colúmbia Journalism School, Nova York USA, de graduação primeira em Engenharia Civil pela USP. E possuidor de muitos outros enriquecedores títulos, a revelar um notável talento especializado na área das Comunicações.
O prefácio de Eugênio Bucci é uma verdadeira convocação: O jornalismo não pode esperar. Um texto anunciador do alerta dado pelo Ricardo Gandour, diante da necessidade estratégica da checagem dos fatos.
Urge o momento pós pandêmico histórico de um amplo debate entre os jornalistas cidadanizados, favorecendo uma permanente biboculização analítica dos noticiários, capaz de enfrentar os poderosos que se utilizam das redes sociais para práticas anestésicas de alienação social, possibilitando uma ampla acreditação comunitária, mormente em época de populismos demagógicos desvairados.